14 de agosto de 2025
Entre as inovações da Semana Saúde de 2025, uma atividade chamou muito atenção de associados, a oficina de Fisioterapia Pélvica, conduzida por Gislaine Maier. Durante a atividade, os participantes conheceram os benefícios da prática e aprenderam diversos exercícios para realizarem em casa. E você sabe para quê serve essa modalidade de cuidado?
A fisioterapia pélvica é um conjunto de exercícios voltados ao fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico — estrutura que sustenta órgãos como bexiga, útero (nas mulheres), próstata (nos homens) e intestino. Esses músculos desempenham funções essenciais para o controle urinário e intestinal, além de influenciarem a postura, o equilíbrio e a vida sexual.
Com o passar dos anos, alterações hormonais, partos, cirurgias ou simplesmente o processo natural de envelhecimento podem enfraquecer essa musculatura. Isso pode resultar em problemas como incontinência urinária – com os conhecidos “escapes” – perda de controle intestinal, dor pélvica crônica ou queda da bexiga e de outros órgãos (prolapso).
Gislaine Maier explica que os exercícios são úteis tanto para prevenção quanto para reabilitação e tratamento desses problemas, melhorando a força, a coordenação e a resistência dos músculos.
A associada Santina Reghien não conhecia ainda a fisioterapia pélvica e se animou com as possibilidades da prática. “Estou tomando remédio há um tempo para a bexiga e minha esperança agora é com esses exercícios não depender mais tanto do remédio. Vou continuar praticando”.
Os exercícios podem ser feitos por pessoas de todas as idades e são especialmente úteis na terceira idade para manutenção da autonomia, propiciando bem-estar e a preservação da independência funcional ao longo dos anos. “O bom é que são exercícios simples, que a gente pode fazer tranquilamente em casa. Vou tentar manter essa rotina porque traz muitos benefícios”, comentou a associada Teresinha Cardoso.
As atividades devem ser inicialmente orientadas por um profissional capacitado, como fisioterapeutas especializados em saúde pélvica, mas depois podem ser replicados no dia a dia.
“Primeiro a gente faz a avaliação e entende a necessidade de cada um. Se o paciente tem um problema mais evoluído, temos que trabalhar em consultório, mas a gente vai ensinar o tratamento em casa com os exercícios. Em muitos casos, 10 sessões já geram um ótimo resultado. É tranquilo e rapido”, explica Gislaine.
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