25 de novembro de 2024
O clima de natal chega mais cedo na casa de Maria Jandira, pensionista da Caixa e associada da AEA-PR. Já no mês de outubro, as cores e símbolos natalinos se espalham pelos cômodos. Ela e a filha Sandra produzem objetos decorativos que encantam pela delicadeza e beleza, com a marca “Arteiras di Santa”.
São bonecos de Papai e Mamãe Noel, centros de mesa, guirlandas, panos de prato, enfeites para pinheirinho e o que mais a criatividade permitir. As peças são encomendadas por amigos e também colocadas à venda em uma loja de decoração de Santa Felicidade.
Janda, como é conhecida, é uma artesã profissional, que há mais de 50 anos encanta amigos com os objetos que ela cria. Ela conta que começou com a pintura japonesa em porcelanas, depois foi conhecendo novas técnicas e materiais.
Hoje, com 90 anos, Janda costura, pinta, borda e continua aprendendo. “Adoro fazer cursos para aprender coisas novas e acompanhar o que está na ‘moda’. Assim, também não enjoo”, conta a associada.
Além das encomendas para loja e amigos, a dupla também produziu, neste ano, dezenas de peças para doar ao bazar das Oficinas Solidárias da AEA-PR. “Amamos fazer esses trabalhos. Nos mantemos ativas, ocupamos a cabeça. Tem dias que nos distraímos fazendo arte e quando vemos já é madrugada”, conta Sandra.
Carinho em papel
A associada de Londrina, Celina Tatsue Ohye Mizuno, também é uma apaixonada por manualidades. Seu talento está nos recortes e combinações de cores e texturas para criar cartões criativos e diferenciados em formato 3D, um hobbie que também conquistou público e se tornou comercial.
“Eu sempre gostei de trabalhos manuais. Quando estava na ativa, eu preparava as boas vindas ou a despedida de quem era transferido ou aposentado. Comecei a fazer os cartões nesse formato há cinco anos para amigos e parentes no aniversário e casamento. Em 2021, um amigo me deu a ideia de mostrar meus trabalhos pelo Instagram. Hoje vendo para amigos, no boca a boca, e também pela rede social”, conta.
A preparação dos pedidos para o Natal já começou, devagarzinho conta Celina. A produção é pequena, conforme demanda, e bastante exclusiva por se tratar de cartões personalizados. Presentes bem especiais para quem recebe, mas quem também fazem bem para a artesã.
“Esses cartões para mim servem como uma terapia. É bem trabalhoso, porém quando termina é uma sensação de satisfação e dever cumprido”, conta.
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