Nota de repúdio em defesa de Max Mauran Pantoja

O Conselho Deliberativo da Funcef no ultimo dia 26/07 aprovou, com uso do voto de qualidade, a abertura de processo disciplinar contra o Diretor Max Mauran Pantoja, a partir de denúncia, com fonte sigilosa, apresentada junto ao Ministério Público do Trabalho, por supostas práticas de assédio moral, que teriam sido praticadas contra empregados de cinco áreas da FUNCEF: Jurídico, Auditoria, Ouvidoria, Diretorias de Investimentos e de Participações.


Não há evidências ou indícios que justifiquem ou fundamentem a abertura do referido processo disciplinar contra nosso Diretor eleito Max, o qual atua com rigor na defesa dos interesses dos participantes e do patrimônio da Fundação. Sua atuação forte e destemida confronta interesses que, de outra forma, teriam seu caminho facilitado para práticas nefastas à FUNCEF.

Essa postura é ilustrada pelo episódio envolvendo a sua luta contra irregularidades relacionadas ao investimento na Eldorado Celulose, que culminaram com a prisão de Joesley e Wesley Batista, como relatado no livro “Why Not”, recém lançado e que conta a trajetória empresarial dos irmãos.

Desde o inicio da gestão da”Controle e Qualidade” a pratica caluniosa tem sido empregada para tentar intimidar, coibir ou retaliar o trabalho de combate a interesses particulares inconfessáveis e ingerências espúrias compromissadas com agendas estranhas aos interesses dos participantes.

A AEA-PR ,em nome dos seus associados, repudia veementemente a atitude do CD e se solidariza com o nosso colega e Diretor eleito Max. Confiamos na integridade de sua conduta e estaremos juntos com ações que possam trazer à luz da verdade. Estamos atentos e não permitiremos que atividades e comportamentos excusos possam vir a novamente lesar o patrimônio da nossa FUNCEF.

Diretoria Executiva da AEA-PR