15 de janeiro de 2026
Orlando Stolf, associado da AEA-PR, está publicando o livro “Retalhos Colhidos pelo Caminho”, a sua primeira obra. A publicação conta com 56 crônicas autorais, surgidas a partir de sua paixão pela leitura e pela Língua Portuguesa.
“São crônicas que não seguem necessariamente a linha do tempo e em linha reta. Pesquisei as origens dos meus bisavós e as dificuldades que viveram ao saírem da Itália e virem ao Brasil. Aos poucos fui tecendo textos sobre temas que dizem algo sobre mim, no entanto, a minha história suscita a história de muitos”, conta o autor.
Origem na sala de aula
Além de trabalhar na Caixa Econômica Federal por décadas, Orlando foi professor por muitos anos. Formado em letras, ele tem como especialidade a Língua Portuguesa, o que influenciou na decisão de escrever a obra – a primeira que decide publicar.
“A minha especialidade é a Língua Portuguesa, que, por ironia, não é minha língua materna. Tive filhos, plantei muitas árvores e para completar a obra eu tinha a obrigação de escrever um livro. Assim surgiu o nome ‘Retalhos Colhidos pelo Caminho’, que levei mais de um ano para encontrar”, explica Orlando.
Hábito de ler e escrever
A ideia de escrever um livro também teve relação com a família de Orlando, com descendência italiana e que não tinha o português como língua materna: “Sou descendente de italianos, e a língua materna minha e de meus pais é o Italiano. Daí uma dificuldade enorme para aprender a Língua Portuguesa. Aos 21 anos vim a Curitiba, e comecei a gostar da beleza da língua ao estudar os escritores brasileiros e portugueses. Aprendi a gostar de ler e por consequência a escrever.”
Esse gosto pela leitura é grande parte do motivo pelo qual Orlando e muitos outros autores se apaixonam pela escrita, uma prática que também vem com certos desafios, incluindo conseguir encontrar leitores.
“A leitura de bons autores sempre abre portas para o ato de escrever. Sempre que escrevo algo tenho em mente se o conteúdo é universal, defendo a ideia que a literatura deve ser engajada. O Brasil publica mais de 350 milhões de livros todo ano e nem todos são lidos. O ato de escrever é sempre um desafio, mas o de ler também é”, diz Orlando.
Os associados puderam conhecer o livro na confraternização de fim de ano em dezembro, e a AEA-PR presenteou alguns dos presentes com uma cópia da obra.
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