18 de julho de 2025
Em muitos países, o dia 20 de julho é conhecido como Dia do Amigo – ou Dia da Amizade, e para celebrar essa data que simboliza algo tão importante, a AEA-PR convidou os associados a contar histórias de amizades que se iniciaram ainda nos tempos de funcionários da CAIXA, e que duram até hoje, seja na mesma cidade, à distância, ou até por grupo de WhatsApp.
Confira, a seguir, as histórias de nove amizades (ou grupos de amigos), compartilhadas pelos associados.
Praticamente família
Muitos dos relatos compartilhados pelos associados têm algo em comum: uma sensação de irmandade. Esse é o caso de Águeda Rosani Bottoli, que formou na CAIXA uma amizade que já dura 36 anos, com a amiga Suely. As duas entraram na empresa em 1989, na agência Comendador, em Curitiba, e foram colocadas lado a lado, já dando início à amizade.
“Passamos por muitas coisas juntas: tragédias, momentos felizes, incertezas, medos, companheirismo, e uma cumplicidade gigante. A Suely também deu seu único filho para eu batizar. Ela é como uma verdadeira irmã para mim, que eu considero como minha família”, conta Águeda.
Outra relação parecida com essa é entre Sonia Baraquetti (foto) e sua amiga Valéria Todeschi. Elas se conheceram em 2003, e apesar da convivência no ambiente de trabalho durar apenas 6 anos, a amizade ainda perdura, com as duas marcando almoços e cafés até hoje.
“Trabalhar e conviver com a Valéria foi um presente que agradeço sempre, e a amizade verdadeira se estabeleceu. Foram muitos eventos importantes para nós, e sempre participamos uma a outra. Aniversários das pequenas, datas comemorativas, alegrias e até tristezas compartilhamos. Há mais de duas décadas Valéria faz parte da minha vida, parece até a filha que não tive, e suas filhas, as netas que ainda não chegaram. Agradeço à CAIXA por possibilitar isso para nossas vidas”, define Sonia.
Essa sensação de família é reforçada ainda mais no caso de Ana Aparecida Aguiar e Terezinha Ribeiro Cardoso, que se conheceram em 1983. Além da proximidade, as duas são parecidas fisicamente, causando confusão nos demais colegas de trabalho.
“Somos morenas e magras, nos parecíamos muito, então se algum colega passava por nós, sempre me chamava de Terezinha e ela de Ana, confundiam-se o tempo todo, era até engraçado. Éramos praticamente irmãs”, explica Ana.
Amizade por todo o mundo
Algumas dessas amizades são celebradas até em outros países, como é o caso de Rita Antoniassi (foto), de Umuarama, que visitou um país em outro continente com Terezinha de Oliveira, quem conheceu em 1989 no setor de habitação da CAIXA.
“Nossa amizade nasceu no dia a dia de trabalho. Muitos normativos e leis estudados juntos, muitas situações complexas resolvidas. Ela se casou, teve mais um filho – o Gabriel, meu afilhado do coração – passou no concurso do Tribunal do Estado do Paraná e foi morar em Curitiba, e depois em Porto Belo-SC, mas nossa amizade resistiu. Recentemente viajamos juntas à Itália, e ainda viajaremos mais, pois ambas seguimos trabalhando e sonhando”, relata Rita.
Outro caso de amizade celebrada em viagens é a de Adriane Pedroso e Josana Silva. Uma relação que começou com uma troca de ideias sobre maternidade, e evoluiu até viagens à praia no Ano Novo:
“Na época em que minha filha tinha 3 anos, Josana trabalhava na mesa em frente à minha. Logo ela ficou grávida e começamos a trocar ideias sobre a maternidade, e depois continuamos conversando. Começamos a frequentar a casa uma da outra e logo nossas famílias começaram a passar o Ano Novo juntas na casa de praia da Josana. Minha filha a escolheu para ser sua madrinha de crisma então passamos a ser comadres. Josana foi uma irmã que a CAIXA me deu”, diz Adriane.
Grupos de amigos
Além dessas amizades entre duas pessoas, a CAIXA formou grupos de amigos que continuam se encontrando, agora como aposentados, após se conectarem devido ao local de trabalho em comum. Um desses grupos é o “Grupo Tanomoshi” (foto), que faz referência ao termo japonês para finanças.
“Trabalhar na Agência Mercês [em Curitiba] até 2008 permitiu o fortalecimento de amizades que ultrapassaram as barreiras do tempo e da distância. Dali surgiu, em 2017, o Grupo Tanomoshi, que funciona como um consórcio onde todas contribuem mensalmente com um valor pré-estabelecido, e em cada encontro mensal uma ‘felizarda’ é sorteada para receber o montante arrecadado. A ideia era firmar um compromisso para que não perdêssemos o contato, mantendo encontros mensais e promovendo viagens, como já fizemos para Foz do Iguaçu, Brusque e Matinhos. Hoje nos consideramos ‘amiguirmãs’. É a CAIXA fazendo a diferença em nossas vidas dentro e fora dela!”, conta Eli Silva Kowalski, integrante do Grupo.
Mesmo que de maneira menos organizada, a associada Marilda Bueno, de Londrina, formou muitas amizades na época em que trabalhou na CAIXA, e apesar de ter passado mais de uma década em outro estado, fortaleceu ainda mais esses laços quando voltou, e os mantém até hoje.
“Quando vim para Londrina em 1996, não conhecia os colegas da CAIXA, mas com o decorrer do tempo fui criando laços com as pessoas. Muitos viraram irmãos. Mesmo tendo indo morar em Minas Gerais por mais de 10 anos, sempre mantivemos contato e na volta a Londrina, a amizade só aumentou”, relata Marilda.
Amizades digitais
Além dos encontros presenciais, um aspecto importante para manter o contato por tanto tempo é a comunicação à distância, pelo meio digital, assim como Marilda fez enquanto esteve fora do Paraná. Já para um grupo de amigos que trabalharam na Agência Zacarias, em Curitiba, a comunicação pela internet já criou até algumas tradições, como conta Tania Mara Cardozo, integrante do grupo (foto):
“Temos um grupo de WhatsApp onde conversamos, brigamos e rimos muito diariamente. Temos a benção do bom dia dado pelo Luiz Valente sempre perto das 5h, e o tradicional boa noite do Lauro Samulewski”, define Tania.
Outra associada que ressalta a importância desse contato digital é Suzana Pujol Alvares, que mantém a amizade com pessoas que conheceu em 1984, época em que não havia qualquer indício do surgimento do WhatsApp e de muitas outras formas de comunicação pela internet:
“Não é uma pessoa, é minha família com mais de 100 pessoas, desde 1984 estamos juntos, com trabalho e alegrias, muitas festas e orações diárias para sabermos uns dos outros e acompanhando uns a vida dos outros. Hoje formamos dois grandes grupos no WhatsApp, são meus irmãos e irmãs que a vida escolheu pra mim! Tenho orgulho da família que ganhei na CAIXA. Viva o Dia do Amigo!”
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